
A COP30 é a 30ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) — o maior encontro global sobre o futuro do planeta.
Realizada anualmente desde 1995, a COP reúne líderes mundiais, cientistas, organizações e comunidades de todo o mundo para debater ações concretas contra as mudanças climáticas.
A edição de 2025 será histórica: pela primeira vez, uma COP acontecerá na Amazônia, o bioma mais importante para o equilíbrio climático global.
Sediada em Belém do Pará, a COP30 será o palco onde países revisarão suas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) e apresentarão planos para limitar o aquecimento global a 1,5 °C, conforme o Acordo de Paris (2015).


O papel da Amazônia na pauta climática global

A escolha de Belém do Pará para sediar a COP30 é simbólica e estratégica.
É um reconhecimento de que o futuro do clima depende da Amazônia — e de como o Brasil e o mundo decidem protegê-la.
A cidade de Belém é porta de entrada da floresta, com uma rica mistura cultural e uma geografia que expressa o encontro entre rios, florestas e comunidades tradicionais.
Sediar a conferência nesse território é um gesto político e espiritual: levar o mundo para dentro da floresta e ouvir quem vive e protege a Amazônia todos os dias.
Mas o desafio é grande.
Organizar um evento global em uma cidade amazônica exige infraestrutura, conectividade e planejamento sustentável — uma oportunidade de mostrar que desenvolvimento e natureza podem coexistir.
A COP30 será o ponto de virada entre discurso e prática.
As negociações se concentrarão em quatro grandes eixos interconectados — pilares essenciais para o futuro sustentável da humanidade.
A floresta não é obstáculo, é oportunidade. A bioeconomia propõe um novo modelo de desenvolvimento que gera renda, conserva ecossistemas e valoriza o conhecimento tradicional. O Brasil pretende apresentar políticas para escalar negócios sustentáveis na Amazônia.

As populações mais afetadas pelas mudanças climáticas são as que menos contribuíram para causá-las. A justiça climática busca garantir equidade, compensações e representatividade — com foco especial em comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas.

De combustíveis fósseis para energias renováveis. A COP30 discutirá mecanismos de financiamento e metas para acelerar a transição global rumo à energia limpa e acessível.

A sabedoria dos povos originários é um patrimônio vivo da sustentabilidade. Reconhecer, ouvir e incluir suas vozes é essencial para qualquer política climática que se pretenda justa e duradoura.
Far far away, behind the word mountains, far from the countries Vokalia and Consonantia, there live.
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Bioeconomia e inovação verde