Entre o mito e a arte, o Curupira de Guataçara se torna símbolo da defesa da Amazônia e da consciência ecológica.

Na mitologia brasileira, o Curupira é o guardião das florestas, aquele que confunde caçadores e protege a natureza com seus pés virados para trás.
Na arte de Guataçara Monteiro, o Curupira ganha nova vida: cores vibrantes, traços amazônicos e um olhar que mistura sabedoria e alegria.

Mais do que uma figura folclórica, o Curupira se transforma em mensagem viva da COP30 — um lembrete de que defender o planeta é um ato de amor e criatividade.

A arte de Guataçara é um manifesto visual. Ela une:

  • Tradição e modernidade, com estética indígena e linguagem contemporânea;

  • Beleza e propósito, provocando reflexão através da cor;

  • Ativismo e emoção, mostrando que proteger é também celebrar.

Assim, o Curupira deixa de ser apenas personagem: ele se torna símbolo de uma nova consciência, onde arte, ciência e espiritualidade se encontram para inspirar o mundo.