Com a COP30 chegando, é fundamental entender não só o “quando” e o “onde”, mas também o como e o quanto. A seguir, uma visão clara dos principais temas, dos compromissos em jogo e dos dados que impulsionam o debate climático em Belém.
Segundo análise recente, o Brasil estruturou a COP30 em torno dos seguintes eixos principais:
Implementação: avançar com metas já definidas, não apenas definir novas. Forests News+1
Inclusão: garantir participação de indígenas, comunidades locais e da sociedade civil nos debates. Forests News
Inovação: bioeconomia, energia renovável, adaptação e finanças climáticas em destaque. Forests News+1
A COP30 exige que os países submetam novas NDCs, alinhadas à meta de limitar o aquecimento global a 1,5 °C — meta que, segundo cientistas, está cada vez mais difícil de alcançar. The Guardian+1
O objetivo de financiamento climático global gira em torno de US$ 1,3 trilhão anuais para países em desenvolvimento até meados da década. World Resources Institute
Belém, capital do Pará, foi escolhida pela sua simbologia: porta de entrada da Amazônia. O local reforça que clima e floresta andam juntos — e que proteger a Amazônia deixa de ser discurso para virar estratégia global. Greenpeace+1
Dificuldade em atualizar compromissos nacionais: menos da metade dos países tinha submetido nova NDC até alguns meses antes da COP30. World Economic Forum+1
Pressão por resultados concretos: após anos de discussões, o mundo espera que a COP30 entregue ações, não apenas promessas. World Resources Institute